A Bolsa em Crise: Os 5 Piores Dias do Ibovespa Pós-2021 e Como a Política Mexe no Seu Bolso!

Se você achava que só os bosses nos games davam trabalho, prepare-se para o chefão da economia brasileira: o Ibovespa! Recentemente, o principal índice da nossa bolsa de valores, a B3, encarou um baque pesado, afundando mais de 4% em um único dia. Esse mergulho não é um evento isolado, mas um lembrete vívido da montanha-russa que tem sido o mercado financeiro do Brasil desde 2021.
Para nós, que acompanhamos o pulso da tecnologia e do universo gamer, entender essas oscilações é crucial. Afinal, a saúde da economia reflete diretamente na nossa capacidade de investir em um PC gamer novo, naquele console de última geração ou até mesmo na assinatura do serviço de streaming favorito. A política, a pandemia, o cenário fiscal e até eventos geopolíticos se unem numa espécie de 'boss fight' constante contra a estabilidade dos investimentos. Com base em um levantamento da Elos Ayta, separamos os cinco pregões mais amargos do Ibovespa desde fevereiro de 2021.
Os 5 Tombos Mais Dolorosos do Ibovespa Desde 2021
1. 22 de Fevereiro de 2021: O Choque da Petrobras (-4,87%)
Foi o maior tombo do período! O Brasil ainda estava no olho do furacão da pandemia, e as incertezas políticas já davam as caras. A decisão do governo federal de trocar o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, acendeu um sinal de alerta gigante sobre a interferência política em estatais. Isso não só assustou investidores estrangeiros, que saíram correndo com seu capital, mas contaminou o Ibovespa inteiro, marcando o início de uma escalada de desconfiança que duraria meses.
2. 05 de Dezembro de 2025: O Rumor Presidencial (-4,31%)
Ainda fresco na memória, esse dia mostrou como o mercado reage rápido (e mal!) a surpresas políticas. Depois de bater os 165 mil pontos pela manhã, o Ibovespa despencou com a notícia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro planejava lançar seu filho, Flávio Bolsonaro, como candidato à Presidência em 2026. A confirmação intensificou a queda, fechando o índice em 157.369 pontos. Um lembrete claro de que, no Brasil, a política e o mercado andam de mãos dadas, para o bem ou para o mal.
3. 08 de Março de 2021: Vento Contrário da Pandemia (-3,98%)
Mal três semanas após o baque de fevereiro, outra onda de aversão ao risco varreu o mercado. O Brasil enfrentava o auge das incertezas sanitárias, com a economia sob pressão e a inflação começando a mostrar suas garras. A escalada da curva de juros e ruídos institucionais só pioraram o clima, transformando o dia em mais um capítulo sombrio para o Ibovespa.
4. 08 de Setembro de 2021: A Rua e o STF (-3,78%)
Enquanto Wall Street respirava um pouco, o Ibovespa suava frio. O nervosismo veio no dia seguinte às grandes manifestações de 7 de setembro, onde o então presidente Jair Bolsonaro atacou publicamente os ministros do Supremo Tribunal Federal. O temor de um conflito entre os Três Poderes, com consequências imprevisíveis para a estabilidade do país, fez o mercado reagir com uma queda expressiva, mostrando a fragilidade institucional percebida pelos investidores.