Chocado! Jogador Gasta Mais de R$ 220 Mil em Cópia Física de Fortnite!

Loucura ou Investimento? Mais de R$ 220 Mil em uma Cópia Física de Fortnite!
Prepare-se para ter a mente explodida: um jogador, ou seria melhor dizer um colecionador excêntrico, acaba de virar o mercado de cabeça para baixo ao desembolsar uma quantia absurda de mais de US$ 42 mil – o equivalente a cerca de R$ 220 mil na cotação atual – por uma cópia física do Fortnite. Sim, você leu certo. O mesmo Fortnite que a gente baixa de graça, joga online e vive de skins e passes de batalha. A notícia, que inicialmente viralizou em outros portais, chegou ao Pixelando e nos deixou coçando a cabeça.
O Preço de um Carro de Luxo (ou um Apartamento) em um Jogo Gratuito
Vamos ser realistas por um segundo: R$ 220 mil é o valor de um belo carro de luxo no Brasil, a entrada para um apartamento confortável ou até mesmo alguns anos de faculdade. Gastar isso em qualquer item colecionável já é um feito, mas em uma cópia física de um jogo que vive e respira no universo digital e é gratuito para jogar? Isso eleva a aposta a outro nível. A Epic Games sempre distribuiu Fortnite como um título free-to-play, monetizando através de cosméticos e V-Bucks, sem a necessidade de uma mídia física tradicional.
Então, o que torna essa cópia física tão especial a ponto de valer essa fortuna? A resposta, provavelmente, reside na extrema raridade e no nicho específico do colecionismo de videogames. Embora a maioria das pessoas associe Fortnite ao download digital, houve, em seus primórdios, um período muito limitado onde cópias físicas com códigos de acesso ao modo “Save the World” – que era pago inicialmente – foram produzidas. Essas edições se tornaram relíquias, especialmente se ainda estiverem lacradas e em perfeito estado de conservação.
O Mercado Insano de Colecionáveis de Games
O universo do colecionismo de videogames não é novidade, mas nos últimos anos ele atingiu patamares estratosféricos. Jogos clássicos, edições limitadas e, principalmente, cópias lacradas e graduadas por empresas especializadas (como a Wata Games, que já causou controvérsia com seus preços) têm batido recordes em leilões. O que vemos com Fortnite é uma extensão dessa febre, mas com um toque de ironia moderna.
Para o gamer comum, essa notícia pode parecer uma completa insanidade. Quem gastaria tanto dinheiro em algo que pode ser acessado de graça? Mas para colecionadores, o valor não está no acesso ao jogo em si, mas na raridade, na condição impecável e no lugar que o item ocupa na história dos videogames. É a paixão por preservar um pedaço da cultura pop, a emoção da caça ao item único e, claro, o potencial de valorização futura, que move esses entusiastas.