Esports no Brasil: A Virada de Chave para 2026 Pede Mais Apoio e Base Forte!

O cenário dos esports no Brasil é inegavelmente vibrante, com arenas lotadas, milhões de fãs e talentos que brilham nos palcos internacionais. Contudo, os próprios profissionais do setor já estão com os olhos fixos em 2026, projetando um futuro que exige um passo a mais: mais apoio público e um investimento robusto nas categorias de base. Para consolidar o país como uma potência global nos esportes eletrônicos, ter paixão e habilidade não basta; é preciso estrutura, reconhecimento e, acima de tudo, profissionalização em todos os níveis.
A Escalada Meteórica e o Grito por Mais
Não faz muito tempo que os esports eram vistos como um nicho, um passatempo de jovens em frente ao computador. Hoje, a realidade é outra. O Brasil figura entre os maiores mercados de esports do mundo, com uma audiência gigantesca e um ecossistema que movimenta milhões de reais. Jogos como CS:GO, League of Legends, Free Fire e Valorant mobilizam multidões, geram empregos e inspiram uma nova geração de atletas.
Mas essa rápida ascensão trouxe consigo a urgência de uma maior profissionalização. O que isso significa na prática? Não se resume apenas a salários mais altos para os jogadores de elite. Envolve a criação de infraestrutura adequada, suporte psicológico para os atletas, técnicos e managers qualificados, programas de desenvolvimento de talentos e condições de treino que espelhem as de qualquer outro esporte tradicional. A frase “Momento é de retomar busca por profissionalização” resume bem o sentimento atual.
Fortalecendo as Raízes: A Base é Tudo
Assim como no futebol, onde a base é o alicerce para a formação de craques, nos esports o desenvolvimento de talentos desde cedo é crucial. Onde estão as escolas de esports? As ligas amadoras e torneios regionais com visibilidade e estrutura para revelar futuros campeões? Sem um investimento significativo na base, a “fábrica de talentos” brasileira, que já nos deu tantos nomes de peso, corre o risco de desacelerar.
Governos e empresas têm um papel fundamental aqui. Não basta apenas patrocinar os times já consolidados; é preciso injetar recursos na raiz, em projetos que identifiquem e lapidem jovens promessas, garantindo que o ciclo de renovação do talento seja contínuo e sustentável.
Apoio Público: De Sonho à Realidade
Ainda há um debate sobre se os esports devem ser reconhecidos como esporte de fato. Contudo, o impacto econômico e social do setor é inegável. Se outras modalidades recebem incentivos fiscais, verbas e políticas públicas de fomento, os esports deveriam seguir o mesmo caminho. Isso traria não apenas segurança e longevidade para a carreira dos atletas, mas também impulsionaria todo o ecossistema, desde desenvolvedores de jogos até organizadores de eventos.
Olhando para 2026, o que o Brasil pode alcançar com essa estrutura? Uma projeção otimista inclui mais títulos internacionais, maior representatividade brasileira em grandes ligas globais e um mercado de trabalho ainda mais aquecido para todos os profissionais envolvidos. É hora de aprender com países que já contam com um robusto suporte governamental para esports.