Retrô 2025: Acertos, Erros e Surpresas Inesperadas no Mundo dos Games!

Um ano é tempo de sobra no ciclo de desenvolvimento de jogos. Exatamente há um ano, arriscamos um “Top 10” dos games mais aguardados de 2025 aqui no Pixelando. Como todo bom exercício de futurologia, alguns tiros foram certeiros, outros passaram longe, e alguns nomes nem estavam no nosso radar e explodiram. Chegou a hora de vestir o chapéu de detetive do tempo e revisitar esse ano velho com a sabedoria do ano novo. Quem mandou bem? Quem pisou na bola? E, claro, quem nos pegou de surpresa?
Os Esperados que Ficaram no Aguardo
Começamos com a lista dos que nos deixaram na mão, ou melhor, na espera. Fable, o aguardado reboot da icônica franquia RPG de ação do Xbox, prometia um retorno triunfal após mais de uma década de hiato desde Fable: The Journey (2012). Infelizmente, para a tristeza dos fãs, o reino de Albion só nos receberá em 2026, sem data cravada. A Microsoft e a Playground Games precisam de mais tempo para polir essa joia, e a expectativa só cresce.
Outro que adiou a aventura foi Marvel 1943: Rise of Hydra. Ambientado em uma Paris devastada pela Segunda Guerra Mundial, a promessa de ver Capitão América e Pantera Negra unindo forças contra a Hydra era empolgante. Esse game de ação e aventura também migrou para 2026, deixando os entusiastas da Marvel com um gostinho amargo.
E, claro, como não falar dele? GTA VI. O game mais aguardado talvez não apenas de 2025, mas de boa parte da década, também teve sua chegada em Vice City postergada para novembro de 2026. A Rockstar Games, conhecida por seu perfeccionismo e prazos dilatados, nos fará esperar um pouco mais para mergulhar na vida dos foras da lei Lucia e Jason. Dada a magnitude e o legado da franquia, a espera é quase esperada.
Os Esperados que Ficaram na Média
Agora, vamos aos títulos que, embora competentes, não atingiram o hype lá nas alturas. The Outer Worlds 2 entregou um RPG de ação sólido, mas sem inovações que o fizessem se destacar no mar de lançamentos. Foi um bom jogo, sim, mas não o divisor de águas que muitos esperavam.
Metroid Prime 4: Beyond tinha a difícil missão de suceder uma trilogia lendária do GameCube. Os novos poderes psíquicos de Samus Aran e um mundo aberto que parecia promissor acabaram sendo… ok. Não ruim, mas também não aquela experiência arrebatadora que elevou os Prime originais ao panteão dos clássicos. Uma continuação que se contentou em ser “mais do mesmo” com pouca ousadia.
Borderlands 4 tentou retomar o trono dos looter shooters, mas tropeçou. Apesar de ser um jogo divertido, com a fórmula explosiva de sempre, não trouxe nada de realmente novo. Problemas técnicos no lançamento e uma sensação de “já vi isso antes” o colocaram entre o segundo e o terceiro jogo da série em termos de impacto, sem grandes méritos para aclamá-lo.