Retrospectiva Gamer de Dezembro: Os Ganhadores e Esquecíveis do Mês no Pixelando!

Dezembro de 2025 chegou ao fim e, como de costume, o time de analistas do Pixelando esteve a todo vapor, dissecando os principais lançamentos para o nosso público gamer ávido. O último mês do ano sempre guarda surpresas, e 2025 não foi diferente, entregando desde obras-primas que conquistaram a nota máxima até títulos que, digamos, talvez pudessem ter ficado na geladeira. Preparados para o nosso Balanço Blast?
MARVEL Cosmic Invasion: Um 10 que Respeitamos!
Começamos com o estrondo do mês: MARVEL Cosmic Invasion, que cravou um glorioso 10.0 em nossa análise. Não é todo dia que um game alcança a perfeição, mas o título da Marvel provou que é possível entregar uma experiência "extremamente divertida" sem grandes revoluções, focando no que realmente importa. Com gráficos cartunescos detalhados que são um deleite visual, combate frenético e um elenco de 15 personagens que transcende os "sempre famosos", a diversão é garantida. A trilha sonora é de arrepiar e os arquivos de lore são um plus para os fãs. A única ressalva foi a variação limitada de golpes, mas isso não ofuscou o brilho de um jogo que é puro videogame. Simplesmente imperdível para quem busca diversão descompromissada e de qualidade!
Octopath Traveler 0: Expansão com Pés no Chão
Em seguida, temos Octopath Traveler 0, que recebeu um sólido 8.0. A premissa de expandir um universo já querido com um sistema de combate de oito heróis oferece uma profundidade estratégica notável. A trama é envolvente, o mundo vasto e a ambientação HD-2D, já marca registrada, continua deslumbrante, acompanhada por uma trilha sonora de primeira. Contudo, a análise do Pixelando notou que, apesar das novidades, o jogo se mantém "preso ao conforto de sua própria fórmula", com mapas um tanto simples e um sistema de Path Actions simplificado. É uma jornada competente para fãs de JRPGs clássicos, mas que poderia ter ousado mais.
Death Howl: Inovação e Melancolia em Formato Deckbuilder
Uma grata surpresa veio com Death Howl, que conquistou um 8.5. Este título merece destaque pela coragem de misturar mecânicas de soulslike com a progressão de um deckbuilder, algo raramente visto e executado com maestria. A variedade de cartas, o combate estratégico em grades e uma estética singular que explora temas de tristeza e melancolia com sensibilidade são pontos altíssimos. O fato de estar totalmente localizado para português brasileiro é um bônus que merece aplausos. Apesar do desafio elevado, que poderia ter opções de dificuldade mais acessíveis, é uma experiência original e cativante que recomendamos fortemente.